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sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Reprovados no teste dos plásticos

As associações de consumidores da Áustria, Bélgica, Espanha, Itália e Dinamarca testaram 103 produtos de três categorias:

o sal marinho, os moluscos e os crustáceos. 

Encontraram microplásticos em quase todas as amostras





SAL MARINHO Os microplásticos apareceram nos testes em laboratório: mais de metade das amostras estavam contaminadas.









MOLUSCOS O resultado foi muito semelhante ao registado nas amostras de sal marinho, confirmando a presença constante de microplásticosas ou tinham vestígios.




CRUSTÁCEOS Em laboratório, também não passaram impunes. Quase repetiram as conclusões do sal marinho e dos moluscos.

Principais responsáveis pelos microplásticos no mar

a União Europeia (UE) determinou que iria banir palhinhas, cotonetes e outros pequenos objetos de plástico do mercado.
A sua degradação, lenta, gera microplásticos, ou seja, todos aqueles resíduos menores do que 5 mm que se vão “desprendendo” dos restos de plástico. A definição inclui os nanoplásticos, que chegam ao nanómetro
(um milionésimo de milímetro). Os chamados microplásticos “primários” são libertados diretamente no meio ambiente. Em muitos casos, são adicionados a produtos de consumo, como é o caso dos exfoliantes e abrasivos presentes em muitos cosméticos, produtos de higiene e limpeza. Podem, também, ser originados pela abrasão durante a fase de fabrico, uso ou manutenção (desgaste de pneus, lavagem de fibras,
etc.). Já os secundários provêm da degradação de plásticos de maior dimensão, quando expostos à ação da luz solar e da água.

O plástico sabe nadar

A acumulação de plástico no Pacífico é suficiente para formar uma ilha de detritos. Os microplásticos, invisíveis, contaminam espécies marinhas. A Europa abriu uma guerra ao plástico descartável, mas o problema é global e exige respostas de todo o mundo.






















Estima-se que a produção mundial de plásticos se cifre em 300 milhões de toneladas por ano. É muito plástico candidato a nadar por centenas de anos no mar.

Plástico nos oceanos, tartarugas em perigo


Estudo refere que as tartarugas bebés são mais sensíveis ao plástico que comem do que as adultas. Metade das que foram encontradas mortas tinham o estômago repleto de lixo.
As tartarugas bebés são mais suscetíveis ao plástico que ingerem no mar do que as jovens e as mais velhas. Um estudo publicado na revista científica Nature, que analisou mil tartarugas mortas na Austrália, refere que metade dos répteis bebés tinham plástico no estômago, enquanto nas mais jovens o número diminuiu para 25% e, no caso, das adultas, para 16%.
O objetivo desta investigação, liderada por Britta Denise Hardesty, da Commonwealth Scientific and Industrial Research Organisation, um instituto de pesquisa científica australiano, foi saber até que ponto o plástico é a causa de morte destes répteis e que implicações têm no seu habitat natural.
O número de plásticos encontrados no interior dos animais variou entre um e 300 objetos plásticos e os cientistas concluíram que, no caso das tartarugas, a probabilidade de morrerem depois de ingerirem 14 objetos é de 50%.
Aliás, um estudo anterior a este, demonstrou que a população desta espécie tem vindo a decair drasticamente, com 60% das espécies já extintas ou em vias de extinção.
Já não é novidade que os animais marinhos consomem plástico devido às toneladas de lixo que todos os dias que chegam ao mar. As tartarugas foram dos primeiros animais observados a consumir plástico, com relatos de estômagos cheios de detritos que remontam aos anos 1980.
Apesar de alguns tipos de plástico serem inofensivos para o sistema digestivo dos animais marinhos, outros há que se acumulam no interior do seu corpo e bloqueiam a respiração.
As tartarugas desempenham um papel fundamental na formação dos ecossistemas e é essencial perceber de que forma o plástico as afeta antes que desapareçam por completo.


quinta-feira, 19 de abril de 2018

Prémio Mário Ruivo: Gerações Oceânicas



Estão abertas as inscrições para o Prémio Mário Ruivo: Gerações Oceânicas, que distingue projetos escolares que registem num filme de 5 minutos a importância do Oceano para a vida humana.
Este Concurso é dirigido a alunos do 3.º Ciclo e Secundário. A escola da equipa vencedora receberá como prémio o valor de 5 000€ para a aquisição de materiais educativos relacionados com o Oceano e os alunos terão direito a uma experiência de mar e uma visita ao navio de investigação "Mar Portugal".
As inscrições estão abertas até 16 de maio e são feitas através do site www.premiomarioruivo.pt.   

domingo, 25 de fevereiro de 2018

Link para a Newsletter do Educo2cean


     EduCO2cean é um projeto europeu que dá a conhecer à sociedade a importância da investigação sobre os impactes e mitigação das alterações climáticas no mar, com especial destaque para o Oceano Atlântico e o Mar Báltico.                                                 Este projeto pretende envolver alunos da União Europeia, entre os 13 e os 17 anos, durante os anos letivos de 2016/17 e 2017/18, na comunicação das alterações climáticas nos mares e oceanos, recorrendo a estratégias de comunicação artística e criativa, e promovendo o espírito científico e de cooperação entre os jovens e a sociedade


sábado, 17 de fevereiro de 2018

Regulamento do Concurso - Mascote Escola Azul

O concurso “Mascote, Portugal é Mar, Setúbal é Guardiã” é uma iniciativa do grupo de trabalho da Escola Azul. 

Objetivo 

Este concurso servirá para escolher a mascote do projeto, que será utilizada, para identificar as atividades no âmbito da Escola Azul. A imagem da Mascote será utilizada também nas mais diversas situações de sensibilização. 

 Os participantes, doravante designados como “concorrentes”, poderão concorrer apenas com uma proposta, individualmente ou em grupo
c) Os concorrentes são responsáveis pela originalidade dos trabalhos apresentados, 
garantindo a sua autoria e assumindo toda a responsabilidade decorrente de reclamações de terceiros no que diz respeito a direitos de autor e outros direitos relacionados. 
d) Não poderá ao Agrupamento ser imputada qualquer  responsabilidade ou prejuízo por uso indevido, abusivo ou ilegal de direitos de terceiros, respondendo os concorrentes, em todos os casos, perante os mesmos. 
f) Ao participar no concurso, os concorrentes declaram conhecer o presente regulamento. 

Requisitos das propostas 

Os trabalhos apresentados a concurso deverão ser constituídos pelos seguintes elementos: 

A temática deve-se centrar na área do oceano, mar, rio ou estuário e com incidência na figura de uma Guardiã (mascote). 

Serão aceites trabalhos executados nos mais diversos materiais e com recurso a múltiplas técnicas. Estão incluídos desenhos em papel ou impressões de boa qualidade. 

Escolha de um nome para a mascote

Memória descritiva, constituída por um pequeno texto que descreva a ideia desenvolvida e justifique o nome proposto, com o máximo de 500 caracteres. 

As propostas devem ser bem acondicionadas e entregues pessoalmente na sede do agrupamento em local a definir.